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Internet sem Fios:

Realidade ao alcance de quem não pode pagar





O ativista James Stevens, fundador da Consume.net, de Londres, convence as empresas que possuem linhas ADSL de 2 Mbps a compartilha-las após o encerramento do expediente para uso público com uma velocidade que pode alcançar 11 Mbps. Com o consentimento das empresas, constróem um equipamento para transmitir o link via ondas de rádio.

Há uma zona de conectividade na cidade norte-americana de Seattle, chamada Wireless Seattle, onde o local de conexão está demarcado por adesivos de cor laranja para sua identificação.

Na avenida da Belevue East, também pode-se conectar seus notebooks e palmtops sem usar cabos. Na Faculdade Mount St. Mary em Newsburgh, EUA, os estudantes podem trabalhar com seus notebooks pelo campus.

Para que esse projeto seja viável, os ativistas encorajam as pessoas através de seus sites a elaboração de antenas caseiras, feitas até com latas usadas. O hardware para esse tipo de conexão de rede sem fio é o 802.11b ou Wi-fi de valor bem acessível.

Mas como sempre, há aqueles que vislumbram os lucros dessa nova onda de conexão sem fios e já estão comercializando essa tecnologia. A empresa Wavenet instalou uma antena na praia de Stella Maris, em Salvador onde é possível acessar à Web do seu laptop.

Sem sombra de dúvidas a tendência é viabilizar essa tecnologia de acordo com a idéia original: disponibilidade a custo zero, isto vai trazer além de maior rapidez ao acesso das informações uma significativa evolução.

Vivian Soraya Sipas
Web Designer – Assip WebWizard

soraya@assip.com.br


26/01/2.002

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